Alavancagem Capital de Giro
Alavancagem · Consórcio

Capital de Giro Estruturado: seu patrimônio parado virando liquidez

Se a sua empresa já tem imóveis quitados ou ativos valiosos, transformamos esse patrimônio em liquidez para a operação: consórcio estruturado com garantia real, com o crédito liberado em espécie, direto na conta PJ.

  • Imóvel quitado ou ativo valioso vira garantia real da operação
  • Crédito liberado em espécie, direto na conta PJ — não é compra de bem
  • Taxa de administração regulada pelo Banco Central, não juros de empréstimo

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Antes de decidir

Ativo parado tem custo, mesmo parado

Garantia real, tipo de crédito e prazo de contemplação mudam o resultado da operação.

Garantia realA estratégia exige um imóvel quitado ou ativo valioso — sem ele, essa operação específica não se aplica.
Não é empréstimoUsa consórcio com garantia real e taxa de administração, regulada pelo Banco Central — não os juros de uma operação de crédito tradicional.
Sem data garantidaA contemplação ocorre por sorteio ou lance. Os prazos e riscos são apresentados por inteiro antes de qualquer contratação.
Como funciona

Do ativo parado ao caixa na conta

Quatro etapas, com a estrutura jurídica de garantia organizada pela nossa equipe.

1

Mapeamento de ativos

Avaliamos a necessidade de caixa e identificamos imóveis ou ativos quitados que sirvam como garantia sólida.

2

Estruturação das cotas

Cotas dimensionadas na modalidade compatível, com parcelas que se encaixam no seu fluxo de caixa.

3

Vinculação da garantia

A estruturação jurídica de garantia real é o que permite a liberação do recurso em espécie após a contemplação.

4

Liberação em espécie

Aprovada a garantia, o crédito é depositado na conta PJ — liquidez para compras à vista, estoque ou expansão.

O que você recebe

Não é só uma cota, é uma estrutura de garantia

Cada análise que entregamos tem os mesmos quatro entregáveis.

Avaliação de garantiaConferência do imóvel ou ativo antes de qualquer contratação, para saber se ele se qualifica como garantia real.
Estrutura jurídicaVinculação da garantia real formalizada, para você entender exatamente o que está em jogo em troca do crédito.
Transparência de riscoPrazo de contemplação e condições da garantia apresentados por inteiro, antes da assinatura.
AcompanhamentoDa estruturação da cota até a liberação do crédito na conta PJ, com a nossa equipe respondendo qualquer pendência.
Transparência

Os riscos, declarados antes da assinatura

Estratégia boa é a que você entende por inteiro antes de contratar.

Prazo de contemplaçãoNão é garantido — ocorre por sorteio ou lance. Apresentamos cenários realistas, nunca uma data prometida.
Vinculação da garantiaO imóvel ou ativo dado como garantia real fica vinculado à operação até a liberação do crédito — mostramos a estrutura completa antes de você assinar.
Objeções

O que costuma travar a decisão

"Meu imóvel ainda está financiado, não quitado"

Esta estratégia depende de um imóvel quitado ou ativo valioso que sirva de garantia real — é isso que permite a liberação do recurso em espécie. Vale conversar sobre o momento certo para o seu caso.

"Isso não é só um empréstimo com outro nome?"

Usa consórcio (regulado pelo Banco Central) com taxa de administração, em vez dos juros de uma operação de crédito tradicional. Os prazos e o custo total costumam ser mais previsíveis — mas dependem de análise e da contemplação, que apresentamos com transparência.

"Quais são os riscos reais disso?"

Os principais são o prazo de contemplação (não garantido, por sorteio ou lance) e a vinculação da garantia real durante a operação. Apresentamos os dois por inteiro antes de qualquer assinatura.

Perguntas diretas, respostas diretas

Antes de você perguntar

Preciso ter imóvel quitado?

Esta estratégia é desenhada para empresas com imóveis quitados ou ativos valiosos que possam servir de garantia real. É isso que permite a liberação do recurso em espécie. No estudo, avaliamos se o seu caso se encaixa.

O dinheiro cai na conta PJ mesmo?

Sim. Diferente de um consórcio comum (em que o crédito é para aquisição de um bem), aqui a estrutura de garantia real permite a liberação do recurso em espécie na conta da empresa após a contemplação.

Qual a diferença para um empréstimo com garantia?

Usa consórcio (regulado pelo Banco Central) com taxa de administração, em vez dos juros de uma operação de crédito tradicional. Os prazos e o custo total costumam ser mais previsíveis — mas dependem de análise e da contemplação, que apresentamos com transparência.

Quais os riscos?

Os principais são o prazo de contemplação (não garantido) e a vinculação da garantia real. Apresentamos todos com transparência — estratégia boa é a que você entende por inteiro antes de assinar.

É empréstimo? Vou me endividar?

Não é empréstimo bancário. A estratégia usa consórcio — mecanismo de autofinanciamento regulado pelo Banco Central — combinado com garantia real. Paga-se taxa de administração, não juros compostos de financiamento, e a parcela é dimensionada para caber no fluxo de caixa antes de qualquer contratação.

É seguro? É fiscalizado?

Sim. O consórcio é regulado e fiscalizado pelo Banco Central do Brasil, e as administradoras precisam de autorização para operar. Isso não elimina riscos, mas garante fiscalização e regras claras.

Carta nova ou carta contemplada: qual serve para o capital de giro?

A carta nova está na fase de sorteios e lances: custo de entrada menor, contemplação incerta. A carta contemplada já tem o crédito liberado: custa mais para adquirir, mas o valor pode ser usado imediatamente. Qual faz mais sentido depende do seu prazo e do caixa disponível — por isso o planejamento inicial é conjunto.

Preciso ser cliente da contabilidade FCG?

Não — é aberto a qualquer empresário. Quem já é cliente da contabilidade sai na frente: a FCG conhece o caixa, a margem e a capacidade de aporte da empresa, e a análise fica mais precisa.

ForCompany Group

Patrimônio parado não paga conta — e crescer sem caixa custa mais caro.

Fale com um especialista sobre estruturar capital de giro a partir do seu imóvel ou ativo quitado, com garantia real e taxa de administração regulada pelo Banco Central.

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