Se a sua empresa já tem imóveis quitados ou ativos valiosos, transformamos esse patrimônio em liquidez para a operação: consórcio estruturado com garantia real, com o crédito liberado em espécie, direto na conta PJ.
Quatro campos. O restante a gente levanta no atendimento.
Análise por especialista · proposta em até 2 dias úteis
Garantia real, tipo de crédito e prazo de contemplação mudam o resultado da operação.
Quatro etapas, com a estrutura jurídica de garantia organizada pela nossa equipe.
Avaliamos a necessidade de caixa e identificamos imóveis ou ativos quitados que sirvam como garantia sólida.
Cotas dimensionadas na modalidade compatível, com parcelas que se encaixam no seu fluxo de caixa.
A estruturação jurídica de garantia real é o que permite a liberação do recurso em espécie após a contemplação.
Aprovada a garantia, o crédito é depositado na conta PJ — liquidez para compras à vista, estoque ou expansão.
Cada análise que entregamos tem os mesmos quatro entregáveis.
Estratégia boa é a que você entende por inteiro antes de contratar.
Esta estratégia depende de um imóvel quitado ou ativo valioso que sirva de garantia real — é isso que permite a liberação do recurso em espécie. Vale conversar sobre o momento certo para o seu caso.
Usa consórcio (regulado pelo Banco Central) com taxa de administração, em vez dos juros de uma operação de crédito tradicional. Os prazos e o custo total costumam ser mais previsíveis — mas dependem de análise e da contemplação, que apresentamos com transparência.
Os principais são o prazo de contemplação (não garantido, por sorteio ou lance) e a vinculação da garantia real durante a operação. Apresentamos os dois por inteiro antes de qualquer assinatura.
Esta estratégia é desenhada para empresas com imóveis quitados ou ativos valiosos que possam servir de garantia real. É isso que permite a liberação do recurso em espécie. No estudo, avaliamos se o seu caso se encaixa.
Sim. Diferente de um consórcio comum (em que o crédito é para aquisição de um bem), aqui a estrutura de garantia real permite a liberação do recurso em espécie na conta da empresa após a contemplação.
Usa consórcio (regulado pelo Banco Central) com taxa de administração, em vez dos juros de uma operação de crédito tradicional. Os prazos e o custo total costumam ser mais previsíveis — mas dependem de análise e da contemplação, que apresentamos com transparência.
Os principais são o prazo de contemplação (não garantido) e a vinculação da garantia real. Apresentamos todos com transparência — estratégia boa é a que você entende por inteiro antes de assinar.
Não é empréstimo bancário. A estratégia usa consórcio — mecanismo de autofinanciamento regulado pelo Banco Central — combinado com garantia real. Paga-se taxa de administração, não juros compostos de financiamento, e a parcela é dimensionada para caber no fluxo de caixa antes de qualquer contratação.
Sim. O consórcio é regulado e fiscalizado pelo Banco Central do Brasil, e as administradoras precisam de autorização para operar. Isso não elimina riscos, mas garante fiscalização e regras claras.
A carta nova está na fase de sorteios e lances: custo de entrada menor, contemplação incerta. A carta contemplada já tem o crédito liberado: custa mais para adquirir, mas o valor pode ser usado imediatamente. Qual faz mais sentido depende do seu prazo e do caixa disponível — por isso o planejamento inicial é conjunto.
Não — é aberto a qualquer empresário. Quem já é cliente da contabilidade sai na frente: a FCG conhece o caixa, a margem e a capacidade de aporte da empresa, e a análise fica mais precisa.
Fale com um especialista sobre estruturar capital de giro a partir do seu imóvel ou ativo quitado, com garantia real e taxa de administração regulada pelo Banco Central.
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