Cada empresa do portfólio com um contador, um plano de contas e um prazo diferentes — e a gestora tentando comparar o incomparável. A FCG padroniza a contabilidade das investidas do seu fundo: mesma régua, mesmo prazo, números que fecham.
Quatro campos. O restante a gente levanta no atendimento.
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Crescer uma carteira sem padronização contábil compromete a comparabilidade dos resultados — e transforma cada reporte num projeto de arqueologia contábil.
Quatro etapas, em trimestres — não em anos.
Mapeamos o estado contábil e fiscal de cada investida: quem fecha quando, em qual padrão, com quais riscos. A gestora recebe o raio-X consolidado.
Definimos com a gestora o plano de contas unificado, os critérios de apuração e o formato de reporte que fará sentido para a tese.
Cada empresa é migrada para o padrão em ondas, com transição cuidada junto ao contador anterior — a operação não para.
Fechamento mensal no mesmo prazo para toda a carteira, com reporte consolidado à gestora e suporte consultivo às investidas.
Atuamos como parceira contábil da gestora, estruturando a contabilidade das investidas de forma padronizada, integrada e orientada à gestão.
Não — nosso escopo é a contabilidade das empresas investidas (e, se fizer sentido, da gestora como PJ). Administração fiduciária e obrigações CVM do veículo seguem com o administrador do fundo.
Não. A migração é feita em ondas, começando pelas posições mais críticas ou pelos novos aportes — sem parar a operação.
O que não pode é cada uma falar uma língua diferente. Avaliamos com a gestora a adoção do padrão de reporte FCG por cima, mas a comparabilidade plena vem com a carteira no mesmo padrão de apuração.
Não — e é importante deixar claro: nosso escopo é a contabilidade das empresas investidas (e, se fizer sentido, da gestora como PJ). Administração fiduciária, controladoria de cotas e obrigações CVM do veículo seguem com o administrador do fundo.
Não. A migração é feita em ondas, investida a investida, começando pelas posições mais críticas ou pelos novos aportes. Cada empresa entra na régua sem parar a operação — e a carteira vai ganhando comparabilidade a cada onda.
Sim. A operação é digital e o padrão é o mesmo independentemente da localização — inclusive com o mapeamento das particularidades fiscais de cada UF e município no diagnóstico.
O que não pode é cada uma falar uma língua. Nos casos em que a investida mantém o contador local, avaliamos com a gestora a adoção do padrão de reporte FCG por cima — mas a comparabilidade plena vem mesmo com a carteira no mesmo padrão de apuração.
Fale com um especialista e descubra, no diagnóstico da carteira, onde a sua tese está perdendo comparabilidade.
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