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Oito investidas. Oito contadores. Nenhuma comparação.

Cada empresa do portfólio com um contador, um plano de contas e um prazo diferentes — e a gestora tentando comparar o incomparável. A FCG padroniza a contabilidade das investidas do seu fundo: mesma régua, mesmo prazo, números que fecham.

  • Plano de contas e calendário de fechamento únicos em toda a carteira
  • Migração investida a investida, sem parar a operação
  • Reporte consolidado à gestora, com base comparável

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Antes de decidir

Portfólio sem padrão é due diligence permanente

Crescer uma carteira sem padronização contábil compromete a comparabilidade dos resultados — e transforma cada reporte num projeto de arqueologia contábil.

ComparabilidadeCada investida fala uma língua contábil diferente — a margem de uma não conversa com a de outra, e a comparação entre posições vira opinião, não dado.
DecisãoFounders e gestores das investidas operam sem enxergar lucro real, custo e margem — e cada decisão errada na ponta vira desvio na tese do fundo.
RiscoInconsistências fiscais e obrigações mal cumpridas em uma investida contaminam a carteira: viram contingência no exit, desconto no valuation e dor de cabeça na due diligence (DD) do comprador.
VisibilidadeSem fechamento no mesmo prazo e no mesmo formato, a visão consolidada do portfólio chega tarde, incompleta ou retrabalhada em planilha — quando chega.
Como funciona

Da carteira herdada ao padrão único

Quatro etapas, em trimestres — não em anos.

1

Diagnóstico da carteira

Mapeamos o estado contábil e fiscal de cada investida: quem fecha quando, em qual padrão, com quais riscos. A gestora recebe o raio-X consolidado.

2

Desenho do padrão

Definimos com a gestora o plano de contas unificado, os critérios de apuração e o formato de reporte que fará sentido para a tese.

3

Migração investida a investida

Cada empresa é migrada para o padrão em ondas, com transição cuidada junto ao contador anterior — a operação não para.

4

Rotina e reporte recorrente

Fechamento mensal no mesmo prazo para toda a carteira, com reporte consolidado à gestora e suporte consultivo às investidas.

O modelo FCG

Uma tese. Uma régua. Um padrão para toda a carteira

Atuamos como parceira contábil da gestora, estruturando a contabilidade das investidas de forma padronizada, integrada e orientada à gestão.

PadronizaçãoPlano de contas, critérios de apuração, calendário de fechamento e formato de reporte uniformizados em todo o portfólio — da primeira à última investida da tese.
VisibilidadeA gestora acompanha o desempenho real de cada posição com indicadores na mesma base — margem contra margem, caixa contra caixa, sem tradução manual.
EscalaCada nova investida entra na régua com processo de onboarding definido — sem retrabalho e sem exceções acumulando.
Para os dois lados da tese

Bom para a investida. Essencial para a gestora.

Na ponta — cada investidaResultado de verdade (lucro real, custo e margem visíveis), segurança fiscal (obrigações em dia, inconsistências eliminadas antes de virarem contingência) e suporte consultivo para interpretar os números junto à tese de crescimento.
No consolidado — a gestoraFechamento no mesmo prazo para toda a carteira, base comparável para decisões de aporte, correção de rota e exit, e passivo fiscal sob controle em escala — deixando de ser surpresa de due diligence.
Objeções

O que costuma travar a decisão

"Vocês fazem a contabilidade do fundo em si?"

Não — nosso escopo é a contabilidade das empresas investidas (e, se fizer sentido, da gestora como PJ). Administração fiduciária e obrigações CVM do veículo seguem com o administrador do fundo.

"Precisamos migrar todas as investidas de uma vez?"

Não. A migração é feita em ondas, começando pelas posições mais críticas ou pelos novos aportes — sem parar a operação.

"E se a investida já tiver um contador de confiança?"

O que não pode é cada uma falar uma língua diferente. Avaliamos com a gestora a adoção do padrão de reporte FCG por cima, mas a comparabilidade plena vem com a carteira no mesmo padrão de apuração.

Perguntas diretas, respostas diretas

Antes de você perguntar

Vocês fazem a contabilidade do fundo em si?

Não — e é importante deixar claro: nosso escopo é a contabilidade das empresas investidas (e, se fizer sentido, da gestora como PJ). Administração fiduciária, controladoria de cotas e obrigações CVM do veículo seguem com o administrador do fundo.

Precisamos migrar todas as investidas de uma vez?

Não. A migração é feita em ondas, investida a investida, começando pelas posições mais críticas ou pelos novos aportes. Cada empresa entra na régua sem parar a operação — e a carteira vai ganhando comparabilidade a cada onda.

As investidas ficam em cidades e estados diferentes. Atendem?

Sim. A operação é digital e o padrão é o mesmo independentemente da localização — inclusive com o mapeamento das particularidades fiscais de cada UF e município no diagnóstico.

E se a investida já tiver um contador de confiança?

O que não pode é cada uma falar uma língua. Nos casos em que a investida mantém o contador local, avaliamos com a gestora a adoção do padrão de reporte FCG por cima — mas a comparabilidade plena vem mesmo com a carteira no mesmo padrão de apuração.

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Uma estrutura pensada para portfólios, não para empresas isoladas.

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