Cada empresa do portfólio com um contador, um plano de contas e um prazo diferentes — e a gestora tentando comparar o incomparável. A FCG padroniza a contabilidade das investidas do seu fundo: mesma régua, mesmo prazo, números que fecham.
CONTABILIDADE DAS EMPRESAS INVESTIDAS · NÃO É ADMINISTRAÇÃO FIDUCIÁRIA DO FUNDO
| Investida | Setor | Fechamento | Plano de contas | Reporte à gestora |
|---|---|---|---|---|
| Investida A | SaaS B2B | D+10 | PADRÃO FCG | ✓ COMPARÁVEL |
| Investida B | Healthtech | D+10 | PADRÃO FCG | ✓ COMPARÁVEL |
| Investida C | Varejo | D+10 | PADRÃO FCG | ✓ COMPARÁVEL |
| Investida D | Indústria | D+10 | PADRÃO FCG | ✓ COMPARÁVEL |
| Investida E | Fintech | ONBOARDING | MIGRANDO → PADRÃO | ENTRA NA RÉGUA EM 30D |
Crescer uma carteira sem padronização é comprometer a comparabilidade dos resultados — e transformar cada rodada de reporte num projeto de arqueologia contábil.
Planos de contas diferentes, critérios diferentes, contadores diferentes. A margem da Investida A não conversa com a da Investida B — e a comparação entre posições vira opinião, não dado.
Founders e gestores das investidas operam sem enxergar lucro real, custo e margem — e cada decisão errada na ponta vira desvio na tese do fundo.
Inconsistências fiscais e obrigações mal cumpridas em uma investida contaminam a carteira: viram contingência no exit, desconto no valuation e dor de cabeça na DD do comprador.
Sem fechamento no mesmo prazo e no mesmo formato, a visão consolidada chega tarde, incompleta ou retrabalhada em planilha — quando chega.
Atuamos como parceira contábil da gestora, estruturando a contabilidade das empresas investidas de forma padronizada, integrada e orientada à gestão.
Plano de contas, critérios de apuração, calendário de fechamento e formato de reporte uniformizados em todo o portfólio — da primeira à última investida da tese.
A gestora acompanha o desempenho real de cada posição com indicadores na mesma base — margem contra margem, caixa contra caixa, sem tradução manual.
Estrutura pronta para o crescimento da tese: cada nova empresa do portfólio é migrada para o padrão com processo de onboarding definido — sem retrabalho e sem exceções acumulando.
Indicadores confiáveis e comparáveis de toda a carteira, sem conflito de interesses. Tendo ou não estrutura própria de FP&A, geramos os números que orientam a decisão da gestora.
Mapeamos o estado contábil e fiscal de cada investida: quem fecha quando, em qual padrão, com quais riscos. A gestora recebe o raio-X consolidado.
Definimos com a gestora o plano de contas unificado, os critérios de apuração e o formato de reporte que fará sentido para a tese.
Cada empresa é migrada para o padrão em ondas, com transição cuidada junto ao contador anterior — a operação não para.
Fechamento mensal no mesmo prazo para toda a carteira, com reporte consolidado à gestora e suporte consultivo às investidas.
Não — e é importante deixar claro: nosso escopo é a contabilidade das empresas investidas (e, se fizer sentido, da gestora como PJ). Administração fiduciária, controladoria de cotas e obrigações CVM do veículo seguem com o administrador do fundo.
Não. A migração é feita em ondas, investida a investida, começando pelas posições mais críticas ou pelos novos aportes. Cada empresa entra na régua sem parar a operação — e a carteira vai ganhando comparabilidade a cada onda.
Sim. A operação é digital e o padrão é o mesmo independentemente da localização — inclusive com o mapeamento das particularidades fiscais de cada UF e município no diagnóstico.
O que não pode é cada uma falar uma língua. Nos casos em que a investida mantém o contador local, avaliamos com a gestora a adoção do padrão de reporte FCG por cima — mas a comparabilidade plena vem mesmo com a carteira no mesmo padrão de apuração.
Fale com um especialista e descubra, no diagnóstico da carteira, onde a sua tese está perdendo comparabilidade — e dinheiro.
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