Atividade, sócios e regime tributário são decisões que vêm antes do CNPJ — não depois. A FCG te ajuda a decidir com números, não com pressa, e já assume a contabilidade da empresa desde o primeiro mês.
Quatro campos. O restante a gente levanta no atendimento.
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As decisões que definem se a empresa vai pagar o imposto certo e ter a estrutura certa vêm antes do registro — e se erradas, o custo se repete todo mês.
O tipo certo depende da atividade, do faturamento projetado e de você atuar sozinho ou com sócios.
Quatro etapas, com a papelada organizada pela nossa equipe.
Atividade, sociedade e faturamento projetado, para saber se o caminho é MEI, ME ou outro enquadramento.
Definição do regime que sai mais barato para o seu caso e do tipo societário — unipessoal ou com sócios.
Junta Comercial, inscrições municipal e estadual quando aplicável, e alvará quando a atividade exigir. Costuma levar de poucos dias a duas semanas, dependendo do município.
Conta PJ, emissão de notas e a contabilidade da FCG já rodando desde o primeiro mês.
Cada abertura que fazemos passa pelos mesmos quatro cuidados.
Sim. Profissões regulamentadas — advocacia, medicina, engenharia, contabilidade, entre outras — nunca entram no MEI, independentemente do faturamento. O caminho já nasce como ME, e a próxima decisão é o tipo societário e o regime tributário.
Raramente. Regime tributário mal escolhido custa imposto pago a mais todos os meses até a próxima janela de troca — é mais barato decidir bem antes do que corrigir depois.
Não. Para quem vai atuar sozinho, o caminho padrão hoje é a Sociedade Limitada Unipessoal (SLU), que separa o patrimônio pessoal do da empresa sem exigir sócio.
Idealmente sim. As decisões sobre atividade, porte, sócios e regime tributário definem o que será registrado. Decidir depois significa alterar um registro já feito, o que costuma dar mais trabalho do que decidir antes.
Várias podem ser revistas — CNAE, tipo societário, regime tributário. Mas a mudança de regime tributário só vale a partir do ano seguinte na maioria dos casos, e o tempo entre a decisão errada e a correção costuma ter custo real.
O registro em si costuma levar de poucos dias a duas semanas, dependendo do município e da necessidade de alvará ou licença específica. A parte que atrasa quase nunca é o CNPJ — é a falta de decisão sobre os pontos anteriores.
Raramente. Regime tributário mal escolhido custa imposto pago a mais todos os meses até a próxima janela de troca. É mais barato gastar alguns dias decidindo do que meses corrigindo.
Não. Profissões regulamentadas — advocacia, medicina, engenharia, contabilidade, entre outras — nunca entram no MEI, independentemente do faturamento. A lista de atividades permitidas é fechada, definida por resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional; fora dela, o caminho já nasce como ME.
Pode atuar sozinho. O caminho padrão hoje é a Sociedade Limitada Unipessoal (SLU), que separa o patrimônio pessoal do da empresa sem o custo adicional que isso exigia no passado. Com sócios, o caminho é a Sociedade Limitada tradicional.
Depende dos números da atividade — Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real não são equivalentes para o mesmo faturamento. Para empresas de serviço que entram no Simples, existe ainda o Fator R: se a folha de pagamento, incluindo o pró-labore, representar 28% ou mais da receita, a tributação cai para o Anexo III, mais barato; abaixo disso, vai para o Anexo V.
Sim. O MEI tem teto de R$ 81 mil por ano (o equivalente a R$ 6.750 por mês, em 2026). Se a projeção de faturamento dos primeiros 12 meses passar disso — ou se você for ter sócio ou mais de um funcionário —, o enquadramento correto já nasce como ME.
Decida atividade, sociedade e regime tributário com quem faz essa conta todos os dias — e comece com a contabilidade já pronta.
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